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domingo, 5 de setembro de 2010

Aula de Campo ao município de Ingá

Nesta ultima sexta-feira dia 27/08/2010 os alunos do 9º ano da EMEF Leônidas Santiago participaram de uma aula de campo ministrada pela professora Adriana (Geografia) ao município de Ingá no agreste da Paraíba.

A cidade de Ingá está localizada no agreste da paraíba, seu nome é de origem indígena que segundo a interpretação de Coriolano de Medeiros significa cheio d`água.

De acordo com o IBGE no último senso realizado a população é de 18.677 habitantes. Ingá encontra-se a aproximadamente 95km de joão pessoa e 35km de campina grande. A cidade limita-se com os municípios de Mogeiro, Itatuba, Fagundes, Riachão do Bacamarte,Serra Redonda, Juarez Távora e Campina Grande. A área do município é de 197,9 km², a altitude do município é de 18 metros acima do nível do mar, e sua densidade demográfica é de 59,5 hab/km². O clima é semi-árido e as temperaturas variam de 35 a 40 graus no verão e 20 a 27 graus no inverno. A cidade de Ingá é conhecida mundialmente por possuir uma riqueza arqueológica importantíssima, a Pedra do Ingá.

Duas versões existem sobre a fundação do município de Ingá. A primeira delas dá conta que as terras alí existentes foram exploradas pelo português Manoel da costa Travassos, que teria construído uma capela a qual denominou de Nossa Senhora Da Conceição, entorno da capela se formou um povoado em 1840 que deu origem a cidade.

A outra versão, conta que em 1776, teria chegado ao local, Manoel Francisco, que descobriu o rio cairaré ( hoje Rio Surrão ) e a sua margem fixou residência. Formou-se então um povoado que passou a condição de vila, sendo chamada de vila do Imperador. Em 1864, teve então o nome mudado para Ingá, que na interpretação de Coriolano de Medeiros quer dizer "cheio d´água", palavra de origem indígena.




Um dos testemunhos mais profusos da existência humana no território que compreende o atual estado da Paraíba são as inscrições gravadas nos rochedos, denominadas pela ciência arqueológica de gravuras rupestres ou de itacoatiaras (do tupi: ita = pedra, kwatia = riscada). São registros realizados em formações rochosas que segundo Luciano Jacques de Morais (1924): “Em diversos pontos do Brasil têm sido assignaladas, em quasi todos os Estados, figurações rupestres(...) nas superfícies de rochedos e paredes de cavernas.” Afirmação confirmada pelas pesquisas em andamento no país.




Segundo se sabe, a Pedra do Ingá continua sendo a “pedra no sapato” dos estudiosos pela complexidade de suas figuras esculpidas na rocha e pelo seu sofisticado simbolismo. Possui cerca de 23m de comprimento e na sua parte mais alta mede 3,5 m, exibindo uma face lavrada com cerca de 40 metros quadrados de misteriosos caracteres.


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